Pensei que me casaria com um homem que já havia superado sua má dor. Pensei que me casaria com um homem que já havia superado sua má dor. Quando conheci Daniel, eu disse a verdade desde o início. —Tengo dos hijas —dijo em voz baixa durante a nossa segunda citação—. Sua mãe faliu fez três anos. A prefeitura da gente provavelmente teria entrado em pânico ao ouvi-lo. Mas eu fiquei. Porque depois do arrependimento que se refletiu em seus olhos, vi um homem que tentou desesperadamente manter a unidade de sua família. E honestamente? Lo admiraba por eso. Era impossível não querer suas hijas. Grace, a prefeita, era séria e observadora. Houve perguntas que pareciam muito maduras para uma menina de seis anos. Nunca aceite respostas falsas. Emily era tudo ao contrário: puro caos e alegria em uma personalidade diminuta. Um minuto era tímido, a seguir se subia a meu regazo como se eu conhecesse toda a vida.

Grace se deteve algumas vezes no pasillo e caiu olhando para a porta do sotano.

Emily também passou por ali, mas sempre marchou com pressa, como se não devesse estar ali.

Uma tarde, encontrei a Grace sentada tranquilamente em frente à porta.

— O que você está fazendo? —preguntada.

—Pensando —respondi ela.

“¿Acerca de?”

Ela se levantou imediatamente.

“Nada.”

Entonces ella huyó.

Algo no se sentía bien.

Mas não foi suficiente para que eu enfrentasse o Daniel.

Al menos no todavía.

Então Grace me fez a pergunta de que tudo mudou.
Um dia, as duas meninas ficaram em casa enfermas enquanto Daniel começou a trabalhar.

Al principio atuaban como si estuvieran tristes.
Então, de repente, ele se recuperou o suficiente para destruir a casa como pequenos tornados.

Eu estava fazendo sopa quando Grace entrou na cozinha e eu tirei o mangá.

Sua expressão era raramente séria.

—¿Qué es? —pregunté.

Me olhei diretamente e disse em voz baixa:

“Você quer conhecer minha mãe?”

Fiquei paralisado.

“O quê?”

Lo repitió con cuidado.

¿Quieres ver dónde vive?

Antes de poder responder, Emily entrou com seu cone de peluche en brazos.

—Mamá está abajo —dijo com naturalidade.

Senti um frio intenso em todo o corpo.

Abajo.

El sótano.

Todas as possibilidades mais terríveis passaram pela minha mente.
De repente, cada momento extraño parecia sentido da pior maneira possível.

El sótano cerrado con llave.

O segredo.

Las chicas olhando fixamente para a porta.

Daniel não fala mais sobre o tema.

Grace me agarró de la mano y me arrastro por el pasillo.

“Somente você tem que abri-lo”, disse ela.
Apenas podia respirar.

—¿Papá te trae ahí abaixo? —pregunta com voz trêmula.

Ela asintió.

“Às vezes, quando a extraña.”

Esa resposta, de alguma forma, empeoró las cosas.

Deveria ter me detido.

Debería ligou para Daniel.

Deberia deveria ter saído para me despejar.

Em mudança…

Me arrodillé junto ao candado com duas horquillas temblando em minhas mãos.

E de alguma maneira…

A cerradura foi aberta com um clique.

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